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26/07/2012 17h38 - Atualizado em 26/07/2012 20h22 Múmia de 500 anos tinha infecção no pulmão quando foi morta, diz estudo

O corpo é de uma menina de 15 anos e estava em 1999, na região do vulcão Llullaillaco, na Argentina. Ele foi descoberto com outra múmia, que não apresentou indícios de doenças.
A múmia ficou conhecida como “A Donzela” e a análise só foi possível devido ao bom estado de conservação do corpo, que estava tão bem preservado que arqueólogos conseguiram encontrar até piolhos nos cabelos.


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Múmia passou por 'bateria de exames'
De acordo com os pesquisadores, o perfil proteico da múmia era semelhante ao de pacientes com infecção respiratória crônica e a análise do DNA apresentou bactérias do gênero Mycobacterium, responsável por causar a tuberculose, por exemplo.
Além disso, exames de raios X feitos no corpo da menina inca mostraram sinais de infecção pulmonar no momento da morte. A descoberta, feita com uma nova técnica de esfregar cotonetes nos lábios da múmia e comparando-os com amostras de pacientes atuais e do genoma humano, vai ajudar no estudo sobre defesa contra novas doenças.
De acordo com Angelique Corthals, da Universidade da Cidade de Nova York, que é uma das autoras do estudo, a técnica pode auxiliar a descobrir informações sobre como a gripe de 1918 foi tão devastadora no mundo ou ainda melhorar a compreensão sobre possíveis ameaças à saúde da população no futuro, como o surgimento de agentes infecciosos ou doenças que reaparecerem (chamadas de re-emergentes).
 
Tenso :s
 
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