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Analise :COUNTER-STRIKE GLOBAL OFFENSIVE

Counter-Strike. Esse foi um nome amado, vivido, odiado por muitos anos. Há quem ame, há quem odeie. Há quem o modifique para torná-lo o parceiro ideal. Mas a verdade é que desde 2000, quando Minh "Gooseman" Le e Jess "Cliffe" Cliffe criaram um mod ("modificação") de Half-Life, clássico da Valve, milhares de pessoas pelo mundo perderam grande parte de sua vida social. Ou podemos dizer que ganharam uma vida social diferente? Depende do ponto de vista. O sucesso foi tão grande que tempos depois não só o jogo foi abraçado pela Valve como também os dois programadores independentes passaram a fazer parte da equipe oficial - juntamente com o jogo, que foi adquirido pela própria valve. Tempos mais tardes, o jogo ganhou uma nova e repaginada versão, batizada de CS: Source. Usava o engine mais novo do empresa (o mesmo de Half-Life 2) e também se tornou um grande sucesso, ainda que o primeiro se mantivesse como o mais jogado. Agora, Global Offensive é a nova investida da Valve para manter Counter-Strike falado e jogado, hoje e amanhã. E ao que tudo indica, a empresa tem boas chances de conseguir realizar esse objetivo.
Existe um ponto que é imprescindível em qualquer jogo online, e este ponto se chama performance. Um jogo com gráficos hiperrealistas que trava o jogador porque não renderizou os quadros há tempo pode ser considerado um fracasso. Nesse sentido, Global Offensive oferece um visual bem aceitável e agradável, mas com uma performance invejável. Nunca será um Crysis, mas a gameplay é tão suave, tão fluída que dá gosto de ver. Lag? Praticamente imperceptível. Travamento? Onde? Atraso na resposta aos comandos? Não existe. Para atingir isso, porém, há algumas restrições.

Counter-Strike sempre foi famoso por seus embates entre Terroristas (os caras maus) e Contra-Terroristas (os policiais, os mocinhos). Todos os mapas oficiais do jogo possuem um objetivo, seja ele de plantar uma bomba (terrorista), resgatar reféns (CT) ou cobrir um VIP até o ponto de extração (CT). A versão 1.6 do CS também trouxe o Gun Game, eé baseado neste que Global Offensive oferece duas de suas modalidades. Mas o que estamos querendo dizer é que: embora o conteúdo tenha total influência do jogo original, há uma característica que pode decepcionar os mais hardcores que é a limitação de dez jogadores por sala em servidores oficiais. Para quem estava acostumado a mapas de Source com até 64 jogadores (como no mapa de_kilo2_64) essa pode ser uma redução bem frustrante. No entanto, deixar 5 contra 5 (às vezes 6 contra 4) tornou o jogo mais "pessoal", menos "frenético" e "descerebrado". Levando em conta que isso também trouxe mais estabilidade ao jogo, é um sacrifício que provavelmente muitos estariam dispostos a pagar se fossem consultados antes. Vale ressaltar que no PC, o limite atual é de 32 jogadores nos servidores não oficiais (eles aparecem listados na opção Servidores da Comunidade). Alguns deles oferecem pings bem baixos, e dá para jogar razoavelmente bem com tantas pessoas (desde que você tenha uma boa conexão), embora a própria Valve avise que "a experiência pode ser diferente dos servidores oficiais".

Mas, voltando ao limite de 10 jogadores, que é o que se vê nos console, ele de certa forma um pouco a vida dos novatos, já que assim eles têm chances maiores de ficarem vivos mais tempo. Ainda assim, Global Offensive é um jogo com uma curva de aprendizado traiçoeira e os novatos que pularem o tutorial especialmente desenvolvido para eles e não treinarem contra bots certamente vão ficar frustrados. O jogo até se esforça em oferecer recursos para que isso não ocorra, mas é liquido e certo que quem nunca jogou CS ou Source – sequer conhece os mapas – corre sério risco de pouco se divertir se partir direto para a ação online.

Já os hardcores, acostumados principalmente às nuances do Source, vão se sentir em casa. Afinal de contas, Global Offensive funciona praticamente como um CS: Source 2. Claro, temos efeitos visuais melhores, gráficos mais bonitos e detalhados, mas basicamente o mesmo corpinho de CS: Source. O coice específico das armas, a sensação inconfundível de levar uma inebriante flashbang na lata, a facada no lombo do oponente, tudo isso está aqui, sem tirar nem por. O arsenal também é quase o mesmo, porém há algumas opções novas em termos de granada, como o coquetel Molotov. Ele cria uma pequena piscina de fogo que causa vastos estragos em quem estiver ao alcance das chamas – e ainda retarda o movimento de quem tentar atravessá-lo. Sigam a dica: comprem!
Os mapas (do modo clássico) são todos conhecidos da galera: de_aztec, cs_italy, de_dust, de_dust2, cs_office, de_nuke, de_train e de_inferno (os prefixos de e cs informam se é de bomba ou resgate, respectivamente). Os oito mapas, porém, trazem algumas modificações, como passagens extras – de_italy, por exemplo, possui uma ligação direta para a adega, antes um labirinto meio inútil -, inversões de escada (de_aztec, saída dos terroristas, antes da ponte, que também perder a saída pelos fundos que dava para o rio) e alguns típicos de campers (NE.: pessoa que fica escondida esperando um adversário desavisado passar) aqui e ali que foram mudados de lugar ou removidos. Inferno foi o que mais sofreu mudanças, perdendo um ou outro ponto estratégico, caminhos deixaram de ser cobertos, as caixas no ponto de bomba sumiram, entre outras modificações. Mas no geral, são os mesmos mapas, agora com muito mais detalhes, e que afetam bastante a gameplay.

Antes, quando CS era mais limitado visualmente, era possível discernir facilmente quem era amigo de quem era inimigo. Agora, às vezes, o próprio cenário esconde os modelos e pode confundir um pouco por conta da decoração, muitas vezes bem sóbria. Isso não ocorre em todos os mapas, mas pode ser bem visto em de_inferno e de_aztec. Sem tanto contraste entre os personagens e o mapa, é preciso ficar duplamente atento aos seus arredores, e que certamente aumenta bem a tensão durante as partidas. A versão de PC, mesmo sem customização, é mais bonita que as de console. No PS3 e no Xbox 360 tivemos a impressão de que o visual ficou um pouco mais "embaçado", aumentando ainda mais aquela dificuldade em se discernir rapidamente um oponente. Mas, pelo menos no PS3, é possível jogar com Move ou teclado+mouse, o que torna a experiência mais próximo do PC. No Move, a precisão é impressionante, mas virar seu personagem com o analógica o torna mais "robótico" em comparação a quem usa teclado+mouse.

Em termos de modo, Global Offensive possui poucas opções, mas todas elas são candidatíssimas a preferida da galera. Além do clássico casual – melhor de 10 rodadas, kit de proteção gratuito, e com fogo amigo e colisão com companheiros desligados – há também o clássico competitivo. Aqui é melhor de 30 rodadas, e a colisão e o fogo amigo estão ligados (você pode matar um companheiro e ser penalizado por isso). No modo clássico, quando algum time chega a metade dos pontos, os jogadores são automaticamente enviados para o outro lado (se era CT, vira terrorista, e vice-versa).

As duas modalidades diferentes são bem bacanas. A primeira é Demolição. São mapas relativamente curtos, e "retos", onde o objetivo de um time é plantar uma bomba em um ponto no centro do cenário, e o objetivo do outro é impedir. Porém, há uma pegadinha: você começa com armas boas, e quando consegue matar um oponente "ganha" para o round seguinte uma arma pior que a anterior. Indiscutivelmente isso acrescenta um desafio inusitado. Já o Corrida Armada oferece apenas dois mapas levemente "espelhados", onde apesar de você precisar fazer contra o time adversário, você também está competindo com seus companheiros. O vencedor é aquele que consegue matar pelo menos um oponente com cada arma disponível do jogo – conforme mata ganha outra arma automaticamente. A última, claro, é a faca, então imagine a confusão e desespero que pode acontecer em um round com vários jogadores empatados – ou seja, todos esses de faca, e o primeiro que matar vence. Acho que vocês conseguiram compreender.
O game também oferece opção para jogar todos os modos contra bots. Eles possuem níveis diferentes de inteligência artificial que incluem o "idiota que ignora alguém atirando do seu lado" ao "eficaz, porém humano". No nível de dificuldade mais alto, os bots agem bem como humanos, tendo noção de seus arredores mas nunca dando headshot em formiga a 600 metros de distância. Eles nunca agem como se estivessem trapaceando, embora mesmo o mais hardcore possa cometer erros bobos. Mas tá valendo. Aliás, o bot é peça fundamental no jogo. Isso porque quando você cria ou busca uma partida online, o game preenche as vagas com bots enquanto outros jogadores não chegam. Muito melhor do que ficar mofando enquanto não aparece ninguém. Outro aspecto interessante é que se você morrer, tem a chance de controlar um bot do seu time imediatamente, diminuindo seu tempo de inércia no game. São essas pequenas características que valorizam ainda mais o produto.

Aliás, falando em valor. Em se tratando de um jogo exclusivamente multiplayer, Global Offensive já tem uma vantagem em termos de produção, que é o custo. E isso foi passado inteiramente para o consumidor. Por meras US$ 15, o jogador leva um pacote que vale cada centavo investido. E esperamos muito que outros mapas clássicos como cs_assault ou de_vertigo sejam disponibilizados para o game, oficialmente ou não, já que é possível criar mapas customizados, exatamente como os games anteriores. Desde já torcemos para alguém "converter" os clássicos cs_rio e de_sampa para GO,e talvez de_cherokee e fy_poolday, os preferidos aqui da redação.

Global Offensive é um autêntico Counter-Strike, totalmente dedicado ao multiplayer e com modos superdivertidos mesmo que em número reduzido. Quem joga CS de longa data levará pouco tempo para estar executando seus headshots a torto e a direito, e conhecer bem as fases clássicas é uma boa vantagem de cara. Os novatos, porém, tem todas as ferramentas necessárias para aprimorarem suas habilidades antes de entrar nessa guerra virtual, iniciando partidas sozinho para conhecer os cenários ou com bots de inteligência regulável para aprender a sobreviver. Leva-se um tempo até dominar bem o jogo, mas vale cada tiro desperdiçado. Se você é fã de CS, pode investir em GO. E nem precisa deixar seu Source ou 1.6 de lado – há espaço para os três no mercado.
Fonte :http://www.finalboss.com
Última edição por Rafaelcpv em 15 set 2012 15:44, editado 1 vez no total.
 
gezuis

quem tem paciencia de ler isto? :icon_lol:
 
P'h Escreveu:gezuis

quem tem paciencia de ler isto? :icon_lol:


kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk- ja vi ums trelhocentos tpcs sobre o cs go go -.-'
 
#UP pra quem nao leu tudo uahushau
 
Cade o tópico que eu fiz pra quem tem preguiça de ler
 
frozen Escreveu:#UP pra quem nao leu tudo uahushau

praq up?
o cara acabo de criar o topico

-.-'
 
Eh os jovens de agr tem preguiça msm de ler kkkkkkkkkkk
 
Rafaelcpv Escreveu:Eh os jovens de agr tem preguiça msm de ler kkkkkkkkkkk

claro
tu postou uma biblia do CS GO :icon_lol:
 
tiveram tanta preguiça de ler que nem reparam que não tem fonte
 
P'h Escreveu:
Rafaelcpv Escreveu:Eh os jovens de agr tem preguiça msm de ler kkkkkkkkkkk

claro
tu postou uma biblia do CS GO :icon_lol:


biblia ADSUHDASUDHASDUSAHDASUDHASUDSHD
EURIIIIIIIIIIIIIIIII KKKKKKKKKKKKKKKKKKK -
' ALCORÃO DO ALKAIDA KKKKKKKKK -