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BBB14': Marcelo é recordista de paredões do reality show

Indicado para a 7ª berlinda, curitibano alcança índice de Ana Carolina ('BBB9')

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Marcelo decidiu viver perigosamente no BBB14. Em vez de tentar sobreviver no jogo por combinações de voto e uso de diplomacia, preferiu partir para o enfrentamento na disputa pelo prêmio de 1,5 milhão de reais. O curitibano enfrenta neste domingo, contra Vanessa, o seu sétimo paredão - um recorde entre todas as edições do programa, ao lado de Ana Carolina, do BBB9. Em comum, os dois compartilham a fama de mimados e encrenqueiros. Também souberam assumir o papel de coitadinhos como ninguém. A diferença é que Ana tinha uma companhia inseparável (Naiá) e não conseguiu chegar até a final, enquanto Marcelo está isolado, mas tem chances reais de vencer o reality.

Vote: Marcelo ou Vanessa? Quem sai no último paredão do 'BBB14'?

Na trajetória do curitibano, não faltaram lágrimas, discussões e até sangue. E, com poucas exceções à regra, um barraco sempre atrai um paredão. Foi assim, por exemplo, depois que ele bateu boca com Aline, com direito a copo jogado na cara. Ela acabou indicada pelo líder Slim, e ele, pela casa. A partir daí, foram quatro berlindas consecutivas em que Marcelo precisou defender sua permanência na casa - incluindo o mega barraco com Cássio, que o acusou de ter abusado de Angela, bêbada, em uma das festas. Líder, o gaúcho mandou o rival contra Vanessa e Diego. Depois, o confronto foi direto com Cássio e, em seguida, com a melhor amiga, Tatiele, ambos por decisão da casa.

A cada nova indicação, um sofrimento ainda maior para Marcelo. E à medida que o público o deixava no jogo, ele percebia que se fazer de vítima poderia deixá-lo mais perto da vitória. Assim, isolou-se dos demais. Mesmo nas festas, repetia o discurso do "antes só do que mal acompanhado" e continuava cabisbaixo, pelos cantos. Só se aproximava para bater boca e gritar o quanto se sentia injustiçado. Já na reta final, percebeu que havia algo de errado, e pediu permissão para se consultar com um psicólogo da equipe médica de plantão. "Não estou bem de cabeça. E não é de hoje", justificou ele. Resta saber se o pedido é sincero ou mais uma de suas manobras espertas.