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CBF decreta luto de três dias no futebol brasileiro após morte de Bellini

Próximos jogos organizados pela entidade terão um minuto de silêncio pelo capitão
O presidente da CBF, José Maria Marin, decretou nesta quinta-feira luto de três dias no futebol brasileiro por causa da morte do ex-zagueiro Bellini, capitão da Seleção na conquista da Copa do Mundo de 1958 (e bi em 1962). As próximas partidas organizadas pela entidade terão um minuto de silêncio em homenagem ao ídolo.

Em nota divulgada à imprensa, Marin lamentou a morte de Bellini, que tinha 83 anos e há cerca de dez sofria com Mal de Alzheimer.

- O futebol brasileiro e seus torcedores estão de luto com a morte daquele que foi um grande capitão. Tive a oportunidade de conhecê-lo em sua passagem pelo São Paulo, em que mostrou ser, além de um excelente zagueiro, um cidadão e profissional exemplar - disse Marin.

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"O futebol brasileiro está de luto. Morreu nesta quinta-feira, aos 83 anos, o zagueiro Belini, capitão do primeiro título mundial, em 1958, na Suécia. Ele sofria de Mal de Alzheimer desde 2011 e será enterrado amanhã na sua cidade natal, em Itapira, no interior de São Paulo.

Belini foi ídolo do Vasco, onde atuou durante 11 anos e conquistou três títulos estaduais (1952, 1956 e 1958). Neste ano, foi também o zagueiro titular, capitão e líder da Seleção Brasileira que encantou o mundo com a conquista do primeiro título em 1958, na Suécia.

Do Vasco, transferiu-se para o São Paulo, clube em que substituiu Mauro, seu reserva em 1958 e o capitão do bicampeonato mundial em 1962 (também falecido) e encerrou sua carreira no Atlético Paranaense, em 1969.

Casado com Giselda, sua companheira de muitos anos de vida, Belini foi um dos homenageados em uma das edições do Prêmio Craque Brasileirão.

O presidente José Maria Marin, em nome dos diretores e funcionários da CBF, manifesta o pesar pela morte do grande capitão do Brasil.

- O futebol brasileiro e seus torcedores estão de luto com a morte daquele que foi um grande capitão. Tive a oportunidade de conhecê-lo em sua passagem pelo são Paulo, em que mostrou ser, além de um excelente zagueiro, um cidadão e profissional exemplar.

O presidente Marin decretou luto de três dias e orientou a Comissão de Arbitragem da CBF a determinar a observância de um minuto de silêncio nas competições promovidas pela entidade.