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cientistas descobrem nova especie de abelha.

Cientistas descobrem espécies de abelhas 'ladras' de colmeias
Cinco novos tipos de abelha foram identificados em Cabo Verde, na África.
Insetos invadem colmeias e depositam ovos; larvas roubam alimentos.
Abelhas machos (acima) e fêmeas (abaixo) das espécies 'Thyreus batelkai' (à esquerda) e 'Thyreus denolii' (à direita) (Foto: Reprodução/ZooKeys)
Cientistas descobriram cinco novas espécies de abelhas que invadem e "parasitam" colmeias de outras que saíram para coletar néctar das flores. Identificados em Cabo Verde, um conjunto de ilhas na costa da África, os insetos variam de tamanho, podendo ter de 3,2 a 5 milímetros de comprimento.
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O estudo, publicado no periódico científico "ZooKeys", foi realizado em conjunto entre pesquisadores da Universidade de Kansas, nos EUA, e da Universidade Charles, em Praga, na República Tcheca.
Quatro das cinco espécies descobertas são pretas com listras brancas, com aparência de zebras. As abelhas "ladras" ocupam as colmeias alheias e colocam ovos enquanto as outras estão fora, para que suas larvas possam se alimentar dos nutrientes coletados.
Os ovos das invasoras eclodem antes dos colocados pelas verdadeiras "donas" da colmeia, e as larvas destróem os ovos das hospedeiras, aproveitando as reservas de néctar para si.

Espécime fêmea da abelha 'Thyreus aistleitneri'

Quatro das espécies identificadas pertencem ao mesmo gênero: a Thyreus denolii, a Thyreus batelkai, a Thyreus schwarzi e a Thyreus aistleitneri. A quinta espécie chama-se Chiasmognathus batelkai. O estudo foi publicado no "ZooKeys" no dia 30 de agosto.
Apesar do tamanho diminuto, uma das espécies, a Chiasmognathus batelkai, é considerada um caso de "gigantismo de ilha", já que é a maior espécie entre as do seu gênero. Este fenômeno biológico, também chamado de "gigantismo insular", ocorre quando animais passam gerações isolados em ilhas - com o tempo, a seleção natural favorece os espécimes maiores.
Os pesquisadores esperam agora explorar a biodiversidade das abelhas que são afetadas pelas invasoras, e ter uma ideia melhor da evolução de espécies ocorrida no arquipélago.

Fonte:http://g1.globo.com/natureza/noticia/2012/09/cientistas-descobrem-especies-de-abelhas-ladras-de-colmeias.html
 
Já peguei meu repelente aqui.
 
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