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Corintiano chama São Paulo de pequeno e diz que Itaquerão é coisa de macho

ImagemRosenberg alfinetou o São Paulo pelo constante uso do Morumbi para shows e destacou a parceria público-privada com a prefeitura


O futuro estádio do Corinthians será utilizado apenas para jogos da equipe. O diretor de marketing do clube, Luis Paulo Rosenberg, rechaçou a possibilidade de a Arena se tornar uma casa de espetáculos.
O dirigente, ao confirmar que não haverá shows no "Itaquerão", aproveitou para cutucar o rival São Paulo que, nos últimos anos, tem na locação do espaço para concertos musicais internacionais a maior fonte de receita do Morumbi.
"A utilização de um estádio de futebol para shows faz sentido, por exemplo, num país como EUA, quando se tem um período que se joga futebol americano de três, quatro meses. Ou seja, a ociosidade é grande. Nós teremos jogos toda semana e não poderemos sacrificar nosso futebol", afirmou Rosenberg.
"Acho que um time pequeno, com estádio obsoleto, com inimizade e que não consegue levar mais de oito mil pessoas num jogo da Sul-Americana, ele tem que trazer a Madonna, se não morre de fome. Aqui é Corinthians, vamos no futebol", declarou Rosenberg, em entrevista à TV Corinthians. A partida referida é São Paulo e Libertad, que teve público de 7.910 pagantes na última quarta-feira.
A provocação do dirigente corintiano não parou por aí. Questionado sobre o fato de o site da Fifa ter nomeado o estádio corintiano como "Estádio de São Paulo", Rosenberg disse: "é Arena de São Paulo. Não vamos misturar os São Paulos, é coisa de macho".
A ironia do corintiano continuou quando foi levantando a possibilidade de a cidade de São Paulo perder a abertura da Copa do Mundo para Belo Horizonte ou Brasília. O dirigente rebateu. "São Paulo tem o dobro de leitos de hotel do que o Rio, quatro vezes mais do que Minas Gerais. Foi mais uma oportunidade política para que os cidadãos se unissem em torno de uma bandeira".
"Foi um sacrifício enorme, eu não precisaria mexer nos dutos, um clube que se diz República Popular tem compromisso com estados amigos, como São Paulo e o próprio Brasil. Foi uma parceria público-privada impressionante, não houve divisões de time, foi um exemplo de cidadania", completou, elogiando a parceria do clube com o governo e a prefeitura paulista.

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