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homenagem a jose wilker

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Do rádio para o teatro

Quando cheguei no Rio, meus amigos estavam ou sumidos ou em ‘cana’. Não sofri nada: dormia no ônibus, na praia, porque era uma ideia que eu tinha desenvolvido, de repente, de felicidade”
20/8/1946

Nasce em Juazeiro do Norte (CE). Ainda criança, muda-se com a família para o Recife. A mãe, Raimunda, era dona de casa, e o pai, Severino, caixeiro viajante
1960

Tenta vaga como locutor de rádio, aos 13 anos. Consegue papel como figurante de teleteatro da TV Rádio Clube, do Recife
1964

Começa a carreira de ator profissional no Movimento Popular de Cultura (MPC), do Partido Comunista. Ali estudou teatro e dirigiu espetáculos pelo sertão
1967

Aos 19 anos, muda-se para o Rio de Janeiro para estudar sociologia na PUC-RJ. Porém, logo abandona o curso para se dedicar exclusivamente ao teatro

A estreia na televisão

Uma semana depois de estar no ar, eu era um cara com uma conta no banco, identidade, residência fixa e reconhecimento na rua... Acabei gostando”
1970

No teatro, ganha vários prêmios. Com a peça ‘O arquiteto e o imperador da Assíria’, de Fernando Arrabal, recebe o prêmio Molière de melhor ator
1971

Convidado por Dias Gomes, estreia em sua primeira novela: ‘Bandeira 2’, logo no horário nobre. Na trama, interpretava Zelito, um dos filhos do bicheiro Tucão (Paulo Gracindo). Foi a primeira de suas 29 novelas na TV Globo
1972

Em sua segunda novela, ‘O bofe’, de Braulio Pedroso, interpreta um hippie contestador. O público reage mal à história e Pedroso é afastado. Wilker pede demissão em solidariedade ao autor
 
Bela homenagem a um grande ator
 
[color=#FF0000]Que Morra em paz.[/color]