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O Homem na História

O homem na história

Há milhares de anos o homem tem ocupado, habilitado e organizado o meio, isso vem acontecendo desde o homem primitivo até o atual.

O homem surgiu de uma mesma origem, independentemente da cor ou raça, pois viemos de um ancestral comum. Por causa da divergência acerca da origem do homem, o mundo intelectual colocou duas propostas em evidência: a teoria do criacionismo e a do evolucionismo.

Criacionismo: Teoria que estabelece uma ligação entre Deus, criador do mundo, e as variadas explicações criadas pelo homem para justificar os fenômenos e os complexos enigmas existentes.

O criacionismo é a justificativa da criação dos céus e da Terra e tudo que nela está há, da forma relatada na Bíblia, em Gênesis, quando Deus criou tudo em seis dias.

Evolucionismo: Na teoria evolucionista o homem e toda Terra seria o resultado de um longo processo de evolução, que teve início há aproximadamente 5milhões de anos para o surgimento do mais antigo hominídeo (australopithecus), e de 4,5 a 5,0 bilhões de anos para o surgimento da Terra, segundo a teoria do Big Bang.

A teoria evolucionista surgiu ainda no século XIX pelo naturalista inglês Charles Darwin que desenvolveu a teoria da evolução, a partir da observação dos tentilhões (uma espécie de pássaro) na Ilha Galapagos no Oceano Pacífico.

a idade moderna

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Ao pensar em modernidade, muitas pessoas logo imaginam que estamos fazendo referência aos acontecimentos, instituições e formas de agir presente no Mundo Contemporâneo. De fato, esse termo se transformou em palavra fácil para muitos daqueles que tentam definir em uma única palavra o mundo que vivemos. Contudo, não podemos pensar que esse contexto mais dinâmico e mutante surgiu do nada, que não possua uma historicidade.

Entre os séculos XVI e XVIII, um volume extraordinário de transformações estabeleceu uma nova percepção de mundo, que ainda pulsa em nossos tempos. Encurtar distâncias, desvendar a natureza, lançar em mares nunca antes navegados foram apenas uma das poucas realizações que definem esse período histórico. De fato, as percepções do tempo e do espaço, antes tão extensas e progressivas, ganharam uma sensação mais intensa e volátil.

O processo de formação das monarquias nacionais pode ser um dos mais interessantes exemplos que nos revela tal feição. Nesse curto espaço de quase quatro séculos, os reis europeus assistiram a consumação de seu poder hegemônico, bem como experimentaram as várias revoluções liberais defensoras da divisão do poder político e da ampliação dos meios de intervenção política. Tronos e parlamentos fizeram uma curiosa ciranda em apenas um piscar de olhos.

Além disso, se hoje tanto se fala em tecnologia e globalização, não podemos refutar a ligação intrínseca entre esses dois fenômenos e a Idade Moderna. O advento das Grandes Navegações, além de contribuir para o acúmulo de capitais na Europa, também foi importante para que a dinâmica de um comércio de natureza intercontinental viesse a acontecer. Com isso, as ações econômicas tomadas em um lugar passariam a repercutir em outras parcelas do planeta.

No século XVIII, o espírito investigativo dos cientistas e filósofos iluministas catapultou a busca pelo conhecimento em patamares nunca antes observados. Não por acaso, o desenvolvimento de novas máquinas e instrumentos desenvolveram em território britânico o advento da Revolução Industrial. Em pouco tempo, a mentalidade econômica de empresários, consumidores, operários e patrões fixaram mudanças que são sentidas até nos dias de hoje.

Em um primeiro olhar, a Idade Moderna pode parecer um tanto confusa por conta da fluidez dos vários fatos históricos que se afixam e, logo em seguida, se reconfiguram. Apesar disso, dialogando com eventos mais específicos, é possível balizar as medidas que fazem essa ponte entre os tempos contemporâneo e moderno. Basta contar com um pouco do tempo... Aquele mesmo que parece ser tão volátil nesse instigante período histórico.
 
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